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POSTAGEM DOS TEXTOS DAS EQUIPES

ATENÇÃO

AS EQUIPES DEVERÃO POSTAS SEUS TEXTOS NO QUADRO DE POSTAGEM ABAIXO

quinta-feira, 17 de novembro de 2011










Gincana

Série /turma:6° m1
Líderes :Ana Cristina Almeida e Igor Silvestre
Nome da equipe:Madagascar
Responsável pelo comentário: Ana Cristina Almeida

Comentário

Hoje começou a tão esperada gincana interdiciplinar do elysio athaide ela começou com todas as equipes e a comissão julgadora se organizando em seus devidos lugares contendo realização das tarefa

1° apresentar uma aluno ou aluna vestida de africano a representante da equipe Madagascar foi a aluna Bruna Nadiane.

Logo depois veio a missão língua africana os representantes do Madagascar foram Crislaine e Alexandre Franco.

epois veio a hora do lanche e a hora do intervalo
logo depois ocorreu uma missão surpresa os alunos tinham que conseguir arrecadar o maior número de sacos plásticos que achassem em torno de toda a escola .


logo depois veio a apresentação do mapa do continente africano contendo os 54 países medindo 2 por 2 metros o representante da 6° m1 foi o aluno Breno de Oliveira.

A tarefa sabatina da alegria veio logo em seguida e a representante da equipe Madagascar foi a aluna Carla Caroline Dos Santos Silva e assim logo encerrou - se o primeiro dia da gincana interdiciplinar do elysio athaide .


Turma:

5M1 Nossa Equipe Na Gincana- 17/11/11

Responsável pela Postagem:Márcio Gabriel


A nossa equipe esta muito bem criamos o grito de guerra sobre nosso país Senegal.Nos estamos com 3 países:Senegal,Mali e Cabo Verde.Estamos trabalhando em equipe todos dando idéias.Na nossa equipe muito precisam desses 4,0 pontos para passar de ano estamos se esforçando mas algumas pessoas não estão nem ai mas a maioria esta colaborando nossa equipe não realizou muitas tarefas tanto que estamos em 5 lugar.
Bom é assim que Nossa equipe esta indo na Gincana.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Reino de Gana 1º D.wmv

Senegal

Revolta dos Malês

REVOLTA DOS MALÊS

Durante as primeiras décadas do século XIX várias rebeliões de escravos explodiram na província da Bahia. A mais importante delas foi a dos Malês, uma rebelião de caráter racial, contra a escravidão e a imposição da religião católica, que ocorreu em Salvador, em janeiro de 1835. Nessa época, a cidade de Salvador tinha cerca de metade de sua população composta por negros escravos ou libertos, das mais variadas culturas e procedências africanas, dentre as quais a islâmica, como os haussas e os nagôs. Foram eles que protagonizaram a rebelião, conhecida como dos "malê", pois este termo designava os negros muçulmanos, que sabiam ler e escrever o árabe. Sendo a maioria deles composta por "negros de ganho", tinham mais liberdade que os negros das fazendas, podendo circular por toda a cidade com certa facilidade, embora tratados com desprezo e violência. Alguns, economizando a pequena parte dos ganhos que seus donos lhes deixavam, conseguiam comprar a alforria.


Em janeiro de 1835 um grupo de cerca de 1500 negros, liderados pelos muçulmanos Manuel Calafate, Aprígio, Pai Inácio, dentre outros, armou uma conspiração com o objetivo de libertar seus companheiros islâmicos e matar brancos e mulatos considerados traidores, marcada para estourar no dia 25 daquele mesmo mês. Arrecadaram dinheiro para comprar armas e redigiram planos em árabe, mas foram denunciados por uma negra ao juiz de paz. Conseguem, ainda, atacar o quartel que controlava a cidade mas, devido à inferioridade numérica e de armamentos, acabaram massacrados pelas tropas da Guarda Nacional, pela polícia e por civis armados que estavam apavorados ante a possibilidade do sucesso da rebelião negra.

No confronto morreram sete integrantes das tropas oficiais e setenta do lado dos negros. Duzentos escravos foram levados aos tribunais. Suas condenações variaram entre a pena de morte, os trabalhos forçados, o degredo e os açoites, mas todos foram barbaramente torturados, alguns até a morte. Mais de quinhentos africanos foram expulsos do Brasil e levados de volta à África. Apesar de massacrada, a Revolta dos Malês serviu para demonstrar às autoridades e às elites o potencial de contestação e rebelião que envolvia a manutenção do regime escravocrata, ameaça que esteve sempre presente durante todo o Período Regencial e se estendeu pelo Governo pessoal de D. Pedro II.

Bibliografia
* FARELLI, Maria Helena. Malês: os Negros Bruxos. São Paulo: Madras, s.d.. 96p. il. ISBN 8573742402