blogger disse... TURMA:5°M1 RESPONSÁVEL PELA POSTAGEM:Márcio Gabriel De Oliveira NOME DA EQUIPE:Senegal
REVOLTA DOS BÚZIOS OU ALFAIATES
LOCAL,DATA,MÊS E ANO
No dia 12 de agosto de 1798 em Salvador/BA tinha dado inicio um dos movimentos abolicionista e de independência, menos conhecidos do Brasil – A revolta dos Alfaiates ou dos Búzios. Comparado a Inconfidência Mineira, a articulação na Bahia era mais arrojada, pois propunha a libertação das pessoas escravizadas – coisa que Tiradentes e companhia limitada não pensaram. A revolta foi inspirada na Revolução Francesa, 1792 – nos ideais: Fraternidade, Liberdade e Igualdade.
OBJETIVOS
A participação popular e o objetivo de emancipar a colônia e abolir a escravidão, marcam uma diferença qualitativa desse movimento em relação à Inconfidência Mineira, que marcada por uma composição social mais elitista, não se posicionou formalmente em relação ao escravismo. O movimento revolucionário baiano de 1798, mais conhecido como a Revolta dos Alfaiates ou Revolta dos Búzios, é um dos mais amplos, do ponto de vista político, econômico e social ocorridos no Brasil-Colônia.
PRINCIPAIS LÍDERES
Com fundamental participação de escravos e seus descendentes, pretos e pardos, soldados, pequenos comerciantes, artesãos – com um grande número de alfaiates - o movimento discutia os caminhos para o Brasil livre da tutela portuguesa, tornando-se uma república democrática, na qual a cor da pele não fosse razão para discriminação. Entre as lideranças do movimento, destacaram-se os alfaiates João de Deus do Nascimento e Manuel Faustino dos Santos Lira (este com apenas 18 anos de idade), além dos soldados Lucas Dantas e Luiz Gonzaga das Virgens, todos mulatos. Um outro destaque desse movimento foi a participação de mulheres negras, como as forras Ana Romana e Domingas Maria do Nascimento, Luiza Francisca de Araújo, Lucrecia Maria Gercent e Vicência.
COMO SE ORGANIZAVAM
Era uma manhã de domingo de salvador.Prometia um dia calmo.Cedo no entanto,muito cedo começou o alvoroço.A noticia se espalhou entre os que assistiam ás missas,nas rodas de conversa das calçadas,ás portas das casas onde senhoras falavam das ultimas.Papéis sediosas,panfletos subversivos apareceram afixados em pontos centrais da cidade.
RESULTADO FINAL
Os participantes da Conjuração Baiana pertenciam às camadas pobres da população. Inspirados nos ideais da Revolução Francesa - Liberdade, Fraternidade e Igualdade -, os inconfidentes pretendiam proclamar a República.
Em 12 de agosto de 1798, os conspiradores colocavam nos muros da cidade, papéis manuscritos chamando a população à luta e proclamando ideais de Liberdade, Igualdade, Fraternidade e República. Foram descobertos e presos. E, em 8 de novembro de 1799, enforcados em Salvador.
O Poderozo e Magnifico Povo Bahinense Republicano desta cidade da Bahia Republicana considerando nos muitos e repetidos latrocínios feitos com os titulos de imposturas, tributos e direitos que são celebrados por ordem da Rainha de Lisboa, e no que respeita a inutilidade da escravidão do mesmo povo tão sagrado e Digno de ser livre, com respeito a liberdade e a igualdade ordena manda e quer que para o futuro seja feita nesta Cidade e seu termo a sua revolução para que seja exterminado para sempre o péssimo jugo ruinavel da Europa; segundo os juramentos celebrados por trezentos noventa e dous Dignissimos Deputados Representantes da Nação em consulta individual de duzentos oitenta e quatro Entes que adoptão a total Liberdade Nacional; contida no geral receptaculo de seiscentos setenta e seis homens segundo o prelo acima referido.
Rebeldes '-' disse... Serie / Turma : 5° m2 Líderes : Luiza e Vanessa Responsável pelo comentário : Luiza Revolta escolhida pelos alunos : Malês
REVOLTA DOS MALÊS
LOCAL : cidade de Salvador (província da Bahia).
DATA , MÊS E ANO : 25 e 27 de janeiro de 1835.
OBJETIVO :Os revoltosos, cerca de 1500, estavam muito insatisfeitos com a escravidão africana, a imposição do catolicismo e com a preconceito contra os negros. Portanto, tinham como objetivo principal à libertação dos escravos. Queriam também acabar com o catolicismo (religião imposta aos africanos desde o momento em que chegavam ao Brasil), o confisco dos bens dos brancos e mulatos e a implantação de uma república islâmica.
PRINCIPAIS LÍDERES : Dos sete líderes identificados, pelo menos cinco eram nagôs. Eram nagôs os seguintes líderes: Os escravos Ahuna, Pacifico Licutan, Sule ou Nicobé, Dassalu ou Damalu e Gustard. Também nagô era o liberto Manoel Calafate. Os outros eram o escravo tapa Luís Sanim e o liberto haussá Elesbão do Carmo ou Dandará, que negociava com fumo.
COMO SE ORGANIZAVAM : Planejada por elementos que possuíam experiência anterior de combate, na África, de maneira 11 de novembro de 2011 14:32
Barbara disse... Revolta dos Alfaiates ou Conjuração Baiana A Conjuração Baiana é também conhecida como Revolta dos Alfaiates, visto que alguns de seus lideres tinham como profissão alfaiate. Foi um movimento separatista de caráter emancipacionista ocorrida no século XVIII, na então capitania da Bahia, no Brasil. A Capitania da Bahia era governada pelo então governador D. Fernando José de Portugal e Castro. Essa capitania tinha uma grande descontentamento e muita queixas a respeito do governo, pois de acordo com os populares o estado aumentava os preços das mercadorias mais essenciais, o que causava grande revolta entre os populares. Muitas vezes os revoltosos chegaram a arrombar açougues, mercados, vendas e etc. O clima de insatisfação era muito grande. Além disso, as ideias que haviam animado Minas Gerais foram amplamente divulgados na Bahia, e muitas pessoas, principalmente os populares, adotaram tais ideias mineiras para tentar bater de frente com o Estado Baiano. Tal movimento sofria influência também de outros movimentos sociais que serviriam como exemplo, se espelhando em tais e funcionando como uma luz no fim do túnel. Tais movimentos eram a Independência dos Estados Unidos, e as ideias Iluministas, Republicanas e Emancipacionistas, que eram divulgadas também pela elite cultural Baiana, que estavam reunidas em associações como as Lojas Maçônicas. Os cinco pontos principais das tais críticas ao estados eram: Proclamação da Republica, Diminuição de impostos, Abertura de Portos, Fim do Preconceito, e Aumento Salarial. Assim os revoltosos pregavam a libertação dos escravos, proporcionando um governo igualitário onde as pessoas fossem vistas de acordo com a capacidade individual de cada um. Além da instauração de uma República na Bahia, da liberdade do comércio com outros países (favorecendo a entrada de produtos importados), e além disso é claro o aumento do salário. Essas ideias eram divulgadas em escritos de Luiz Gonzaga das Virgens e Cipriano Barata. O movimento estourou em 12 de agosto de 1798, quando alguns de seus membros estavam distribuindo panfletos na porta das igrejas e nas esquinas das vielas quando certas autoridades chegaram e os prenderam. Assim como a Inconfidência Mineira, seus membros assim que foram presos e interrogados, acabaram delatando os demais envolvidos. Nesse momento, várias pessoas foram denunciadas (estima-se centenas), dentre eles estavam militares, funcionários públicos, clérigos, e dessas pessoas quarenta e nove foram presas. Em 8 de Novembro de 1779, procedeu-se a execução dos condenados por enforcamento, e suas cabeças foram postas em praça publicas para que servissem de exemplo. Bibliografia: Wikipedia/Google 9º Ano 9 de novembro de 2011 09:41
blogger disse...
ResponderExcluirTURMA:5°M1
RESPONSÁVEL PELA POSTAGEM:Márcio Gabriel De Oliveira
NOME DA EQUIPE:Senegal
REVOLTA DOS BÚZIOS OU ALFAIATES
LOCAL,DATA,MÊS E ANO
No dia 12 de agosto de 1798 em Salvador/BA tinha dado inicio um dos movimentos abolicionista e de independência, menos conhecidos do Brasil – A revolta dos Alfaiates ou dos Búzios. Comparado a Inconfidência Mineira, a articulação na Bahia era mais arrojada, pois propunha a libertação das pessoas escravizadas – coisa que Tiradentes e companhia limitada não pensaram. A revolta foi inspirada na Revolução Francesa, 1792 – nos ideais: Fraternidade, Liberdade e Igualdade.
OBJETIVOS
A participação popular e o objetivo de emancipar a colônia e abolir a escravidão, marcam uma diferença qualitativa desse movimento em relação à Inconfidência Mineira, que marcada por uma composição social mais elitista, não se posicionou formalmente em relação ao escravismo. O movimento revolucionário baiano de 1798, mais conhecido como a Revolta dos Alfaiates ou Revolta dos Búzios, é um dos mais amplos, do ponto de vista político, econômico e social ocorridos no Brasil-Colônia.
PRINCIPAIS LÍDERES
Com fundamental participação de escravos e seus descendentes, pretos e pardos, soldados, pequenos comerciantes, artesãos – com um grande número de alfaiates - o movimento discutia os caminhos para o Brasil livre da tutela portuguesa, tornando-se uma república democrática, na qual a cor da pele não fosse razão para discriminação. Entre as lideranças do movimento, destacaram-se os alfaiates João de Deus do Nascimento e Manuel Faustino dos Santos Lira (este com apenas 18 anos de idade), além dos soldados Lucas Dantas e Luiz Gonzaga das Virgens, todos mulatos. Um outro destaque desse movimento foi a participação de mulheres negras, como as forras Ana Romana e Domingas Maria do Nascimento, Luiza Francisca de Araújo, Lucrecia Maria Gercent e Vicência.
COMO SE ORGANIZAVAM
Era uma manhã de domingo de salvador.Prometia um dia calmo.Cedo no entanto,muito cedo começou o alvoroço.A noticia se espalhou entre os que assistiam ás missas,nas rodas de conversa das calçadas,ás portas das casas onde senhoras falavam das ultimas.Papéis sediosas,panfletos subversivos apareceram afixados em pontos centrais da cidade.
RESULTADO FINAL
Os participantes da Conjuração Baiana pertenciam às camadas pobres da população. Inspirados nos ideais da Revolução Francesa - Liberdade, Fraternidade e Igualdade -, os inconfidentes pretendiam proclamar a República.
Em 12 de agosto de 1798, os conspiradores colocavam nos muros da cidade, papéis manuscritos chamando a população à luta e proclamando ideais de Liberdade, Igualdade, Fraternidade e República. Foram descobertos e presos. E, em 8 de novembro de 1799, enforcados em Salvador.
O Poderozo e Magnifico Povo Bahinense Republicano desta cidade da Bahia Republicana considerando nos muitos e repetidos latrocínios feitos com os titulos de imposturas, tributos e direitos que são celebrados por ordem da Rainha de Lisboa, e no que respeita a inutilidade da escravidão do mesmo povo tão sagrado e Digno de ser livre, com respeito a liberdade e a igualdade ordena manda e quer que para o futuro seja feita nesta Cidade e seu termo a sua revolução para que seja exterminado para sempre o péssimo jugo ruinavel da Europa; segundo os juramentos celebrados por trezentos noventa e dous Dignissimos Deputados Representantes da Nação em consulta individual de duzentos oitenta e quatro Entes que adoptão a total Liberdade Nacional; contida no geral receptaculo de seiscentos setenta e seis homens segundo o prelo acima referido.
Rebeldes '-' disse...
ResponderExcluirSerie / Turma : 5° m2
Líderes : Luiza e Vanessa
Responsável pelo comentário : Luiza
Revolta escolhida pelos alunos : Malês
REVOLTA DOS MALÊS
LOCAL : cidade de Salvador (província da Bahia).
DATA , MÊS E ANO : 25 e 27 de janeiro de 1835.
OBJETIVO :Os revoltosos, cerca de 1500, estavam muito insatisfeitos com a escravidão africana, a imposição do catolicismo e com a preconceito contra os negros. Portanto, tinham como objetivo principal à libertação dos escravos. Queriam também acabar com o catolicismo (religião imposta aos africanos desde o momento em que chegavam ao Brasil), o confisco dos bens dos brancos e mulatos e a implantação de uma república islâmica.
PRINCIPAIS LÍDERES : Dos sete líderes identificados, pelo menos cinco eram nagôs. Eram nagôs os seguintes líderes: Os escravos Ahuna, Pacifico Licutan, Sule ou Nicobé, Dassalu ou Damalu e Gustard. Também nagô era o liberto Manoel Calafate. Os outros eram o escravo tapa Luís Sanim e o liberto haussá Elesbão do Carmo ou Dandará, que negociava com fumo.
COMO SE ORGANIZAVAM : Planejada por elementos que possuíam experiência anterior de combate, na África, de maneira
11 de novembro de 2011 14:32
Barbara disse...
ResponderExcluirRevolta dos Alfaiates ou Conjuração Baiana
A Conjuração Baiana é também conhecida como Revolta dos Alfaiates, visto que alguns de seus lideres tinham como profissão alfaiate. Foi um movimento separatista de caráter emancipacionista ocorrida no século XVIII, na então capitania da Bahia, no Brasil.
A Capitania da Bahia era governada pelo então governador D. Fernando José de Portugal e Castro. Essa capitania tinha uma grande descontentamento e muita queixas a respeito do governo, pois de acordo com os populares o estado aumentava os preços das mercadorias mais essenciais, o que causava grande revolta entre os populares. Muitas vezes os revoltosos chegaram a arrombar açougues, mercados, vendas e etc.
O clima de insatisfação era muito grande. Além disso, as ideias que haviam animado Minas Gerais foram amplamente divulgados na Bahia, e muitas pessoas, principalmente os populares, adotaram tais ideias mineiras para tentar bater de frente com o Estado Baiano.
Tal movimento sofria influência também de outros movimentos sociais que serviriam como exemplo, se espelhando em tais e funcionando como uma luz no fim do túnel. Tais movimentos eram a Independência dos Estados Unidos, e as ideias Iluministas, Republicanas e Emancipacionistas, que eram divulgadas também pela elite cultural Baiana, que estavam reunidas em associações como as Lojas Maçônicas.
Os cinco pontos principais das tais críticas ao estados eram: Proclamação da Republica, Diminuição de impostos, Abertura de Portos, Fim do Preconceito, e Aumento Salarial.
Assim os revoltosos pregavam a libertação dos escravos, proporcionando um governo igualitário onde as pessoas fossem vistas de acordo com a capacidade individual de cada um. Além da instauração de uma República na Bahia, da liberdade do comércio com outros países (favorecendo a entrada de produtos importados), e além disso é claro o aumento do salário. Essas ideias eram divulgadas em escritos de Luiz Gonzaga das Virgens e Cipriano Barata.
O movimento estourou em 12 de agosto de 1798, quando alguns de seus membros estavam distribuindo panfletos na porta das igrejas e nas esquinas das vielas quando certas autoridades chegaram e os prenderam. Assim como a Inconfidência Mineira, seus membros assim que foram presos e interrogados, acabaram delatando os demais envolvidos.
Nesse momento, várias pessoas foram denunciadas (estima-se centenas), dentre eles estavam militares, funcionários públicos, clérigos, e dessas pessoas quarenta e nove foram presas.
Em 8 de Novembro de 1779, procedeu-se a execução dos condenados por enforcamento, e suas cabeças foram postas em praça publicas para que servissem de exemplo.
Bibliografia: Wikipedia/Google
9º Ano
9 de novembro de 2011 09:41
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